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Tabela Gestacional – Convertendo semanas em meses

Antes de ser mãe, de passar por essa fase maravilhosa que é a gravidez, fica perdida ao perguntar uma grávida com quanto tempo ela estava e respondia com 22 semanas, e eu nem sabia ao certo quantos meses era, e ficava em saia justas de perguntar quanto era em meses, e também muitas grávidas não sabia como fazer essa conversão. Por isso resolvi fazer esse post para sanar algumas dúvidas de futuras mamães sobre a tabela gestacional e como funciona.

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Os médicos usam como data base o último dia da menstruação, com essa informação que é calculada o tempo de gestacional, com esse método deixa claro o tempo exato da gestação. Mas, se você não tem uma tabelinha menstrual certinha, e não sabe a data da ultima menstruação, fique despreocupada, existem outra maneira de chegar a esse cálculo e algumas delas são:

  • Exame de sangue – Detectar o nível de HCG no sangue, que evolui de acordo com o passar da gestação;
  • Medição da altura ulterina – Pode ser verificada a partir da 12ª (décima segunda) semana de gravidez;
  • Ultrassom.

A cada ida ao G.O (ginecologista obstetra) você será informada o tempo gestacional em semanas e como informar a família de quanto tempo você está em meses. Antes de você ficar confusa fazendo os cálculos e no final não bater, fique calma, consideramos o mês com 4 semanas e dividindo isso a gestação teria 10 meses , mas, a verdade é que os meses tem de 30 a 31 dias, esse é o fator que fará gerar as 40 semanas e um período de 09 meses completos.

Ainda não conseguiu entender, vamos a tabelinha que ficará mas fácil de compreender e entender todo esse cálculo.

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O último mês varia muito, e nesse período atenção dobrado, pois qualquer momento o bebê pode nascer. Como o prazo varia o baby pode nascer até com 42 semanas de gestação, como mostra a tabela acima. Mas com o acompanhamento do G.O tudo sairá certinho com as orientações passadas por ele.

assinatura Mirella

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Looks para grávidas

Selecionei neste post alguns looks bem legais para as gestantes se inspirar!!! Sei o quanto é difícil se vestir quando estamos com aquele barrigão (que saudades) e montar looks é quase impossível principalmente quando chegamos no terceiro semestre, o barrigão está enorme e não cabe mais roupa nenhuma em nós, roupa nenhuma se ajeita, mas não fique desanimada, pois com todo esse barrigão podemos se sentir divas sim, pois existem lojas especializadas em moda para gestante e cada vez vem crescendo no mercado esse nicho de segmentos, outro, em lojas de departamentos também tem um setor destinadas a grávidinhas, então vamos sair das batinhas e vestidinhos e dá lugar a outros modelos, pois quem disse que grávida não pode usar e abusar?? quem disse que grávida não pode ousar?? por isso segue abaixo os looks para grávidas!!

Looks para grávidas:

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assinatura Mirella

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Saudades da gravidez

Um dos momentos mais importantes na vida de uma mulher é sua gravidez, é se tornar mãe. Acredito que esse sonho vem desde ainda pequena e vem amadurecendo com a gente até o grande dia acontecer. Poder sentir um bebê sendo gerado dentro da nossa barriga, é algo divino, sobrenatural, é mágico e único, só quem vivenciou esse momento sabe do que estou falando. São dias, meses que você vê seu corpo sendo transformado, dando lugar a aquele serzinho crescer dentro de você, e essas são as lembranças boas, que deixam saudades, e que saudade, que nunca vão se apagar na nossa memória e vamos carregar esse momento lindo e único para o resta das nossas vidas.

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Esses dias vi uma grávida no shopping, e me veio uma saudade da minha gravidez, daquele barrigão lindo, e fiquei relembrando tantos coisas lindas dessa fase que resolvi fazer um post sobre ele, mas antes vou contar uma coisinha para vocês. Ouvia de muito pessoas que eu iria sentir saudades da minha barriga, eu ficava cá com os meus botões ” que senti falta nada, já vou está com minha bebê nos braços, já não irei sentir mais incômodos na hora de dormir, e nem ficarei me arrastando  por causa das dores nas costas e no pezinho da barriga”. E quer saber, eu sinto falta da barriga sim! e de um monte de coisas que veio agregado a ela.

Saudades da gravidez:

  • Das mudanças do corpo: De me olhar no espelho a cada mês e ver meu corpo sendo modificado para dar espaço aquele serzinho, que já amava mas que a mim mesmo, e me achar a mulher mais linda do mundo com aquele barrigão enorme. Dos cabelos sedosos e pele macia.

 

  • Do bebê se mexendo dentro  na barriga: Essa é inesquecível, no inicio ficava na dúvida se era ela mesmo que estava se mexendo, mas com o tempo era uma sensação imensurável, era só falar com ela, ou me mexer, que ela se mexia, nossa sintonia começava ali. Das canções e carinhos que fazia na barriga indo para o trabalho naquele grande engarrafamento e via ela se mexendo pra lá e pra cá parecendo está dançando.

 

  • Da paparicação e cuidados que recebi durante a gravidez: Quem não gosta de um mimo não é mesmo, de pegar fila preferencial, das pessoas me olharem na rua com carinho e elogiar o barrigão, das pessoas desejando saúde para nós duas e bom parto. Dos mimos da família e dos amigos. Sinto falta dos minutos, horas e dias dedicado ao enxoval, pensando tudo com carinho, dos mimos recebidos para a Duda de amigos, colegas e dos familiares.

Desde que soube que estava grávida curtir minha gravidez, pois sempre soube que era um momento único, encantador e especial e  guardo esse momento a sete chaves, registei muita coisa que pude, outras ficarão na minha memória e no meu coração. Deixo um conselho a mamães que estão nessa fase gestacional, curta bastante esse momento, a sua barriga, aproveite bastante, por que depois, depois restará apenas saudades e lembranças e verá a vida de outra forma.

Claro que ter a Duda nos braços e do lado de cá, fora da barriga é sem dúvida a melhor emoção do mundo, mas tudo tem sua fase, e por isso que cada uma dela tem que ser vivida, curtida, pois passa muito rápido, e quando olhar para trás vai apenas sentir saudades de tudo outra vez.

assinatura Mirella

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Maternidade – Expectativa x Realidade

Desde pequena sonhava em ser mãe e sempre pensava como seria a vida de mãe, passaram se alguns anos e minha vontade só aumentava, mais tinha diversos sonhos e planos que teriam que ser realizados antes do MAIOR sonho que era ser mãe, tinha tudo “arquitetado” era bem assim:

Passar na Faculdade >>>> Terminar a Faculdade >>>> Ter um bom Emprego/ Ter minha Empresa firmada no Mercado  >>>> Casar >>>> Ter Casa Própria >>>> Ter a Vida Financeira Estabilizada >>>> Ter filho. 

SQN (só que não), não necessariamente essa ordem aconteceu, não tinha me casado, não tinha recebido o apartamento, não estava no bom emprego. Eu estava numa fase muito importante da minha vida que era a abertura da empresa, um sonho que tinha há muito tempo que estava saindo do papel e tomando forma, tinha feito acordo com a empresa que trabalha para entrar de cabeça nesse sonho que estava se realizando, na época não dava para continuar conciliando os dois, cumprindo aviso prévio descobrir que estava grávida, minha vida estava tão corrida que não percebi que há dois meses estava sem menstruar, foi um trilhão de pensamentos na hora, de como não percebi, meu Deus estou grávida, vou ter um filho… E quando me acalmei, fiz o teste de sangue para saber se o teste de farmácia estava certo mesmo. Sim, estava certo, eu estava grávida de quase 9 semanas, o amor foi maior que o medo e anseio de ter o filho naquela situação, de nenhum planejamento se quer.  O mais importante “o amor” que já tinha por aquele serzinho que estava se desenvolvendo dentro de mim, me deu força para passar por tudo…

Minha gravidez foi bem agitada, a empresa que tinha feito o acordo não pode mais me demitir por que estava grávida, tinha que honrar com os compromissos da NOVA empresa, minha agenda estava lotada até março de 2013, 1 dia antes de tê-la em meus braços. Então estava com dois empregos praticamente, grávida de 2 meses e um monte de coisas para resolver.

Minha gravidez não foi como planejava lá atrás, ainda quando era uma jovem sonhadora, onde o mundo pinta como fosse lindo e maravilhoso, tranquilo e sereno. Foi bem diferente, trabalhei de domingo a domingo, acordava cedo todos os dias e chegava em casa tarde da noite, salvo durante a semana que chegava cedo, mas tinha zilhões de coisas para resolver e com isso o tempo foi passando, a Duda ia se desenvolvendo e pesando cada dia mais, minhas forças, energias e habilidades já não eram mais as mesmas. No finalzinho da gravidez tive um pré-eclampse, os cuidados comigo e a princesinha tinham que ser redobrado, por causa disso ela nasceu uns dias antes do previsto.

Enfim o grande dia, o nervosismo de algo acontecer com uma de nós duas tomava conta de mim, que tinha que ser forte e não transparecer esse medo, já que via isso nos olhos das pessoas que acompanhou minha gravidez. Mas graças ao bom Deus tudo deu certo, no dia 02 de abril de 2013, às 10:59h, pesando 3,755 e medindo 50,5 veio ao mundo o maior amor da minha vida ” Maria Eduarda“.

Os seis primeiros meses foram exatamente eu e ela, claro com ajuda da minha mãe que foi muito importante e fundamental em nossas vidas. Pensei que seria bem mais difíceis, pois ouvi e vir tanta coisa sobre maternidade que minhas expectativas x realidade foram totalmente diferente.

Nem sempre a realidade da maternidade condiz com a expectativa que tínhamos sobre ela.

1 – Expectativa da amamentação era que a Duda viesse para o meu seio, puxasse o leite normalmente, que ia ser aquele momento lindo só nosso de troca de contato, aquele elo, se assim na primeira mamada, e que quando ela não quisesse mais largaria. Realidade: No inicio, a primeira vez que a Duda mamou no meu peito, foi dolorido sim, primeiro por que ela ainda não sabia, precisava de alguém que a conduzisse para assim consegui fazer, e a enfermeira viu que nem eu e nem a bebê sabia, por mais que eu li, na prática é diferente, mas graças a Deus tivemos um anjo que nos ajudou “eu e a Duda”, na segunda tentativa a minha princesinha já puxava direitinho, com isso o peito foi ferindo e ficando dolorido, o medo de não conseguir a amamentar e com tudo que eu ouvir, o leite secou ainda na maternidade e a Duda que era tão boazinha, chorava sem parar, e eu em prantos , nervosa, ainda no hospital, minha mãe chamou a enfermeira que trouxe o leite para a Duda, ela se acalmou e eu, bem eu fiquei mal, bem por ela está alimentada e não está chorando, mas, triste por dentro achando que não ia conseguir mas produzir leite, a enfermeira, nosso anjo mais uma vez nos ajudando, apertou meu peito para sair o leite colostro (é o primeiro leite produzido pela mãe após o parto e tem todos os nutrientes necessários para alimentar adequadamente o recém-nascido), fui no céu, para não dizer o contrário, uma dor enorme, mas que era para nosso bem, depois com o tempo o leite voltou, e mesmo com a dor eu dava de mamar para a Duda, que com uns dias foi passando, a dor, o peito não estava mais em carne viva, passei remédio, o próprio leite, e amamentei até o sexto mês, só leite em livre demanda, e nada mais de dor no peito.

2 – Expectativa que eu tinha que como sempre me passaram, aproveita dorme bastante, que quando a Duda nascer, você não vai saber mais o que é dormir, ela vai trocar o dia pela noite e vice versa, você vai ficar igual a uma zumbi. Realidade: Me sinto a mamãe mais sortuda do mundo, a minha princesinha nunca deu trabalho para dormir durante a noite, sempre dormiu a noite inteira e eu que acordava para da de mama, para trocar, eu que colocava o dedo no nariz dela, para ver se estava respirando, por que ficava preocupada, mãe de primeira viagem, sabe como é né…

3 – Minha expectativa era que a Duda ia ser muita agitada, pois como relatei acima, minha gravidez foi muito agitada, muito corrida, mal dormia durante o dia, melhor dizendo não dormia de dia, só a noite mesmo, e cedo tinha que está de pé. Realidade: Minha Duda foi uma bebê muito tranquila, quietinha, nunca deu trabalho, graças a Deus.

4 – Eu achava que a Duda iria ser muito ruim de boca, por que eu não sou adepta a comida (almoço), sei que isso é ruim e tal, mas na gravidez eu comia direitinha, comia muita fruta, verduras, folhas, menos,nunca, jamais beterraba, odeio, não quer dizer que eu odeio, que eu nunca iria dar a minha filha, sei o que é bom para minha filha e dou sim, e ela ama, outra coisa, eu almoço sim gente, mas não como de tudo, sou ruim de boca mesma. Realidade: A Duda come de tudo, ótima de boca e raspa o prato, acho que se eu de pedra ela come (brincadeirinha), a partir do sexto mês desde da época dos sucos, papinhas doces e salgadas ela comia bem, e hoje nem se fala, minha mãe diz que ela come mais que eu.

5 – Eu achei assim que soube que estava grávida, que seria a grávida mais linda do mundo, que me encheria de roupas para grávida, cabelo e unhas impecável. Realidade: Eu precisava que o dia tivesse mais de 24hs para dar tempo de fazer tudo que tinha para fazer, e uma delas era me cuidar, até pensava em sair para comprar roupa, mas o dia passava muito rápido, os dias que eu realmente cuidava de mim, quando ia para médico kkkkkkkkk, fazia cabelo, unha, colocava uma roupa nova e ia para consulta. E assim vou adentrado ao nascimento de Duda, até uns dias desses, até eu ter uma conversa com o espelho e realmente vi que, quando queremos, conseguimos.

6 – Eu achava que seria uma mãe muito protetora, daquelas mães que se o filho chora, acha que aconteceu alguma coisa, e fica desesperada, ou daquelas mães que se o filho cai, faz um alerde sabe, sempre imaginei assim, por que era assim com minha sobrinha. Realidade: Sou uma mãe protetora sim, mas tudo com tranquilidade, a Duda tomou alguns tombos e eu na maior tranquilidade, com calma, para não a assustar ainda mais, ela já se assuava ao cair, e se eu fosse lá todo apavorada, ai que ela ficaria com muito medo.

7 – Eu achava que só iria oferecer um doce ou qualquer outra coisa fora da rotina da Duda, quando ela fizesse dois anos no máximo. Realidade: No aniversário da Duda de 01 aninho dei a ela brigadeiro, e hoje sempre dou um doce, nos finais de semana, ela agora tem 1 não e sete meses.

8 – Eu amo foto, e sempre falava assim que a Duda nascer vou tirar foto dela toda hora, com roupinhas diferentes, todos os álbuns atualizados. Realidade: Tirei muitas fotos, mas com roupas normais dela mesmo, nada tão trabalhado, diferente e muitos custos para revelar, nessa era digital, tudo fica no computador.

O que eu aprendi com isso. Que ser mãe é a melhor coisa que aconteceu na minha vida, que mãe não vem com manual, que por mais que pesquisamos, que lemos sobre esse universo imenso da maternidade, nem tudo será igual, na prática é totalmente diferente. Que o dia a dia mesmo é que nos ensina a ser mãe, e eu serei a melhor da mãe para a Duda.

ass

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Montando o Enxoval do Bebê

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 Esse é momento mágico, lindo e maravilhoso, onde queremos que tudo seja perfeito e aconchegante para o nosso bebê, desde a escolha dos móveis às roupinhas, decoração e alguns mimos que logo queremos dá aos nossos pequeninos. E com isso surgem muitas dúvidas e incertezas sobre o enxoval, primeiro começar por um planejamento, listar tudo o que precisa, mas por onde devo começar??? Qual o tamanho adequado??? E isso realmente é necessário comprar???

Esse é momento mágico, lindo e maravilhoso, onde queremos que tudo seja perfeito e aconchegante para o nosso bebê, desde a escolha dos móveis às roupinhas, decoração e alguns mimos que logo queremos dá aos nossos pequeninos. E com isso surgem muitas dúvidas e incertezas sobre o enxoval, primeiro começar por um planejamento, listar tudo o que precisa, mas por onde devo começar??? Qual o tamanho adequado??? E isso realmente é necessário comprar???

Montei um Check List das coisas que comprei e que realmente foi funcional para as necessidades da Duda nos primeiros meses, os que comprei e achei desnecessário, ou nem cheguei a usar não coloquei na lista.

O que levei em conta ao montar a lista:

  • Foi dividida por grupos: vestuário, higiene, banho e  assim por diante. Assim facilita ao olhar e ver o que tem e não tem.
  • As quantidades fui econômica, pois não há necessidade de comprar muito, ainda recebemos muitos presentes e o bebê cresce em ritmo muito acelerado. Não coloquei o tamanho, pois isso depende muito do biótipo dos pais, com isso ver a real necessidade da quantidade de comprar roupinhas RN e P. Siga  bem a risca o que está na lista na hora de fazer as compras, os preços de roupinhas para bebê são bem convidativos, fazendo com que compre muita coisa desnecessariamente.
  • Vá com objetivo definido do que vai comprar naquele dia,  e evite passar pelas sessões que já comprou, como citei acima, os preços são bem acessíveis e você vai querer levar a loja toda, o bebê cresce muito rápido de uma semana para outra, possa ser que muitas das roupinhas que comprou nem chegue a usar.
  • Na lista coloquei somente itens necessários para os primeiros meses no máximo até completar o sexto mês, por que os demais produtos você vai comprando aos poucos, pois não haverá necessidade de pratinhos, talheres, copinhos e etc no inicio e outro ponto onde irá guardar tantos itens extras assim.
  • Não coloquei na lista mais foi muito útil e uso até hoje com a Duda a cadeira balanço, no mercado existe de todos os preços e marcas, o bebê fica bem aconchegada e ainda tem várias funções, depois farei um post sobre ele.

 É isso mamães, espero ter ajudado com algumas dicas funcionais para a montagem do enxoval do bebê.

ass

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